sábado, 20 de novembro de 2010

Compilação de fotos interessantes

              
                      Quarto festival "Sors de chez Toi" - De 6 a 8 de agosto, em Saint Ettiene - en - Dévoluy.



                                                                         Casamento



                                                        






quinta-feira, 18 de novembro de 2010

We Hide In Caves

Opiniões curiosas sobre o CD de estréia

Álbum de estréia de Gareth Icke lançado:
“Indie pop impressionante” – RSW Concerts
“Honesto, corajoso, arrojado e inteligente, com vocais como nenhum outro” – Danny Wallace, XFM
“Um Cocktail Molotoff com pernas” – Meu pai
“Tal como James Blunt, apenas bom” – Live & Unsigned
“É possível tocar Feels Like A Race de novo - er, e novamente?” – Meu pai

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

domingo, 14 de novembro de 2010

As músicas de Gareth Icke


O cantor/compositor Gareth Icke é filho de David Icke, autor de teorias da conspiração e pesquisador famoso mundialmente. Mas se você está esperando canções sobre reptilianos ou os Illuminati e seus planos secretos, então você vai ficar muito decepcionado com as letras de Gareth.
Gareth escreve sobre amor e sobre sentimentos, sobre coisas pessoais, sobre a vida, mas sem sinais de influência de seu pai em seu trabalho. Gareth Icke é marcante da sua própria maneira, dizendo-lhe como ele vê isto com suas letras poéticas e canções pop-rock.



Gareth Icke liderou uma banda anterior chamada Kody quando ele começou sua carreira musical e do grupo e suas músicas tocaram em vários shows e tiveram muita aclamação da crítica os incentivando por seu single de estréia “Cigarretes and Violins.” Eu lembro que eles foram apresentados na revista Kerrang. Mas a banda foi tão longe quanto podiam e , no final, Gareth decidiu voltar às suas raízes. Ele voltou para uma abordagem cantor / compositor acústico mais simples.

Gareth Icke - Feels Like A Race

God save the queen!


Gareth representando a seleção inglesa de futebol de areia

Algumas músicas de Gareth Icke para se ouvir.

Músicas de Gareth Icke

Musique par Gareth Icke
 
Música de Gareth Icke

音樂 Gareth Icke

Para los latinos: Revisión del álbum debut de Gareth Icke


Por Sovereign Syre, publicado en Blogcritics el 29 de abril de 2009.



 
Traducido por Maicon Alisson Fuzon

He estado escuchando el disco sin parar durante tres dias, y todavía lo amo. It Gets Worse at Night es el debut de Gareth Icke, y es el tipo de disco que quiero escuchar cada vez que me engañó para que den una oportunidad para que la próxima gran cosa, real y convincente, sin mucha pompa y con buena postura.

Cuando me encontré por primera vez con Icke, estaba navegando a través del torrente sin fin de la página MySpace de la banda, con la esperanza de encontrar algo nuevo que perder. Al igual que la mayoría de los amantes de la música hoy en día, me encuentro pasando más tiempo a la excavación a través de contenedores de algo muy bueno en vez de realmente escuchar la buena música. Se me hizo un poco cínica… Y entonces lo encontró (o más bien, MySpaces nos llamó).

Las pistas en su página eran simples grabaciones en vivo que fueron sorprendentes y de gran alcance, y que fue capturada por una canción llamada “We Hide in Caves. (Nos esconden en cuevas).” La canción era frágil y convincente en sus ecos desesperados y extrañamente hermosa en su desolación.


Por lo general no pruebas folk, pero, bueno, a veces sólo necesitas un descanso de todo lo que el death metal / goth / emo / grindcore / post-punk / new wave-new-new que deja un poco a un lado como la pasión de juventud en hoy, y francamente me impresionó.
El cantante de veinte y tantos años, viene de Ryde, una pequeña playa de la Isla de Wight, Inglaterra, y la canciones hay una especie de paisajes líricos progresiva y humilde que se ajustan con el medio ambiente.
Seis meses, un sello discográfico (Icon), y algún tiempo en ele estudio ( con Dan Swift, quien también grabó Snow Patrol, Aqualung, y Kasabian) más tarde, y lo que vino fue: “It Gets Worse at Night”, una transformación magistral de las baladas con alma acústica en un disco de pop bien elaborado, que no ha perdido nada de su corazón, aunque, de hecho, yo todavía soy una gran fan de la versión original despojado de “We Hide in Caves”.

Desde la primera canción “Feels Like a Race”, la voz de Icke ha abierto las puertas, lamentando que la terrible sensación de que van las cosas para usted, la vida y la fuerza aterradora, que a veces es necesario. Las canciones están llenas de angustia, a veces temida de esperanza y un poço de remordimento en otros, pero este no es el tipo de confesión taciturno que llegó a ser la viruela de la música indie en el comienzo del nuevo milênio, ni es un médio demasiado dramático y el talento musical trágicos de la última cosecha para golpear las olas y llevarlos en itunes.


It Gets Worse at Night está lleno de melodias muy optimista y ganchos para mantener una sonrisa en su cara y conseguir su pie tocando con el ritmo. Amor perdido y las noches oscuras Del alma se narran en una espécie de forma convincente que oculta la tristeza de las palabras que se cantan, que es quizá la mayor fortaleza de Icke como vocalista.

Resenha sobre o álbum de estréia de Gareth Icke.


Por Sovereign Syre, publicado no blogcritics em 29 de abril de 2009.

Traduzido por Maicon Alisson Fuzon


Eu estive ouvindo o álbum sem parar por três dias, e eu ainda o amo. It Gets Worse at Night é o esforço de estréia de  Gareth Icke, e é o tipo de álbum que eu quero ouvir toda vez que eu estou ludibriada em dar uma a chance à Next Big Thing; real e convincente, sem muita pompa e com boa postura.
Quaando me deparei pela primeira vez com Icke, eu estava navegando pelo fluxo interminável de páginas de banda no MySpace, na esperança de encontrar algo novo para se perder. Como a maioria dos amantes de música nos dias de hoje, encontro-me a gastar mais tempo percorrendo os escaninhos de algo bom a realmente ouvir boa música. Isso me fez um pouco cínica... E então eu encontrei-o (ou melhor, MySpace nos atraiu)
As faixas em sua página eram simples gravações ao vivo que eram assombrosas e poderosas, e eu fui pega por uma música chamada “We Hide in Caves.” A canção era frágil e convincente em seus ecos desesperados e em sua desolação estranhamente bela.
 
Eu geralmente não procuro folk, mas, bem, às vezes, você só precisa de uma pausa de todo aquele death metal/goth/emo/grindcore/postpunk/new-new-new wave deixando isso um pouco de lado como a paixão juvenil nos dias de hoje e, sinceramente, fiquei impressionada.
O cantor de vinte e poucos anos vem de Ryde, um pequeno balneário da Ilha de Wight, na Inglaterra, e as canções contêm uma espécie de paisagens líricas progressivas e humildes que se encaixam com tal ambiente.
Seis meses, uma gravadora (Icon), e algum tempo no estúdio (com Dan Swift, que também gravou Snow Patrol, Aqualung, e Kasabian) mais tarde, e o que veio foi It Gets Worse at Night, uma transformação magistral daquelas baladas com alma acústica em um disco pop bem trabalhado, que não perdeu nada do seu coração; embora, na verdade, eu ainda sou uma grande fã da versão original despojada de “We Hide in Caves”.

A partir da primeira música Feels Like a Race, a voz de Icke vem abrindo os portões, lamentando aquele sentimento terrível que as coisas estão passando por você, e a vida de resistência assustadora, que às vezes exige-se. As músicas estão cheias de angústia, por vezes, tingidas com esperança e um pouco de remorso em outras, mas isso não é o tipo de confessionalismo rabugento que se tornou o pox da música indie no começo do novo milênio, nem é excessivamente um miado dramático e trágico do talento musical da cultura mais recente de bater as ondas e levá-las pelo itunes.

It Gets Worse at Night é cheio e melodias bastante otimistas e ganchos para manter um sorriso em seu rosto e ter seu pé batendo junto com a batida. Amores perdidos e noites escuras da alma são narrados em uma espécie de forma cativante desmentindo a tristeza das palavras que são cantadas, que é talvez a maior força de Icke como vocalista.
Sua voz é igualmente suave e melancólica e move-se mais fortemente quando a música cai para a quietude da guitarra simples escolhida para o acompanhamento, criando o tipo de tensão ambivalente lembrando um poema de Lord Byron ou um ensaio de David Sedaris. Mesmo quando ele está cantando sobre o tipo de solidão que se agrava à noite, há uma estranha esperança em sua voz que tranqüiliza que vai dar tudo bem no final.

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